quarta-feira, 14 de setembro de 2011

The Sack of God’s



Éramos estranhos recobertos de jóias e de plumas
trazidos dos confins da Terra
Eu era o senhor entra a raça inca
e ela, a rainha do mar
Sob as estrelas, alem das nossas estrelas,
Onde novos astros são forjados,
passávamos como tempestade de fogo sobre Valhalla...
Um milhão de anos atrás
E voltaremos vezes sem conta
enquanto a Terra girar no espaço
Ele nunca desperdiçou uma folha de arvore,
Acredita que desperdiçaria almas?

Rudyard Kliping

2 comentários:

  1. Bom dia, amo esse poema, acho q faltou uma linha ....

    após "Sob as estrelas, alem das nossas estrelas"

    entra:

    "Onde novos astros são forjados"

    bjus



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  2. Realmente, boa colocação.
    É uma leitura antiga, do prefácio de um livro que já não me lembro mais, apenas decorei e essa passagem ficou pelo caminho.
    Obrigada pela colaboração! bjin

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