sexta-feira, 26 de agosto de 2011

O Grande Gastby


(...)
Sorriu com um ar de compreensão, muito mais que compreensão. Era um daqueles sorrisos raros com uma qualidade de eterna reafirmação que a gente encontra umas quatro ou cinco vezes na vida. Ele se defrontava _ ou parecia se defrontar _ com todo o mundo externo por um instante, e então se concentrava em você com uma parcialidade irresistível a seu favor. Ele o entendia na medida que você desejava ser entendido, acreditava em você, como você desejaria acreditar em si mesmo e lhe garantia que guardava de você a impressão que, a melhor maneira, você esperava transmitir. (...) Com a indiscutível satisfação de roubar um sorriso seu.
(...)
Franz Scott Fritzgerald – O Grande Gastby

Nenhum comentário:

Postar um comentário